FELIPE GUERRA - Os munícipes desta cidade vivenciam hoje a sua data maior, a sua emancipação política, que desde o desmembramento de Apodi, ocorrido em 18 de setembro de 1963, Pedra d'abelha, deixa de ser povoado para ser município. Graças à lei Nº 2.926, o novo município recebe o nome Felipe Guerra, em uma homenagem ao bacharel em Direito Felipe Néri de Brito Guerra, que na época em 1891, 1892 e 1895 foi deputado, juiz de Direito, desembargador e secretário de Educação.
Ontem, em vésperas de sua emancipação, as turmas de 3º e 4º anos da Escola Municipal Júlio Cavalcante, juntamente com as professoras Ivete Geane e Marta Célia desenvolveram e apresentaram o projeto "Nossa Cultura não pode Morrer", que tem o objetivo de resgatar nossas tradições culturais, através de moradores mais antigos como: Dona Terezinha de Negão, e Seu Bielinho, como são mais conhecidos. Eles resgataram as estórias dos Papangus, os Pirilampos e as danças de arrasta-pé que foram apresentados ontem à comunidade escolar.
Os Papangus são uma versão do boi-bumbá. Eram homens simples, que se vestiam de roupas simples e denominavam-se de caboclo, cigana, Jaraguá, burrinho, o boi e os palhaços, cada um com fantasias diferentes. As festividades aconteciam de outubro a 6 de fevereiro, Dia de Reis, como todas as manifestações do boi-bumbá.
Os Pirilampos chegaram ao nosso município com seus criadores, a família de Tibúrcio Valeriano Gurgel, mais especificamente, as irmãs Celestina e Filozinha Gurgel, segundo contou os moradores mais antigos, vindos de Aracati - CE.
O município de Felipe Guerra tem como padroeira Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e é festejada de 14 a 24 de novembro com muita animação e grande número de fiéis, e tem como características a confecção de chapéus e esteiras com a palha de carnaúba, e as fabricações de panelas e estatuetas de animais de barro são fatores que incrementam a economia no município através do trabalho artesanal dos moradores desta cidade maravilhosa.
Este blog apresenta atividades desenvolvidas na Escola Municipal Julio Cavalcante. Os tipos de texto e os temas são variados. Encontram-se relatos, informações, historias inventadas e outras, opiniões, fotos de eventos, convites... Leiam!...
terça-feira, 18 de setembro de 2007
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
MAIS UM PROJETO DA NOSSA TURMINHA.
Estado do Rio Grande do Norte – RN.
Secretaria Municipal de Educação
Escola Municipal Júlio Cavalcante
Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos - EJA.
Rua: João Batista Gurgel nº163, Bairro: Centro.
Projeto de Ensino
TEMATICA:
“Nossa Cultura não Pode Morrer”
Felipe Guerra 2007-08-27
1. Dados de Identificação.
Escola Municipal Julio Cavalcante.
Direção da escola: Kerley Shirley
Autora do projeto: Ivete Barra
Paginas na Web
• ivetebarra@bol.com
• http://blogedukcao.blogspot.com
Serie: 3ºAno.
Duração: 30 dias.
2. Áreas de Ensino: Historia, língua portuguesa, artes.
Temas transversais: cidadania, ética, pluralidade cultural e meio ambiente.
3. Tema: “Nossa cultura não pode morrer”.
4. Problema: porque as nossas tradições culturais estão sendo esquecidas ao longo do tempo?
5. Hipóteses:
• As nossas tradições culturais estão indo embora com os mais velhos;
• Não há registros de nossas tradições culturais;
• Não temos uma casa de cultura.
6. Objetivos:
• Valorizar e resgatar o gosto pela cultura popular da nossa região.
• Desenvolver a criatividade;
• Identificar os aspectos folclóricos;
• Estimular a linguagem oral;
• Aprofundar conhecimentos usando a pesquisa cientifica;
7. Sugestões bibliográficas.
LIMA, Rossini Tavares de. Abecê do Folclore. São Paulo: Ricordi Brasileira, 6 ed. 1085.
MELO Veríssimo de. Folclore Infantil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1085.
8. Tipos de textos:
• Literários (poesias)
• Informativos.
• Narrativos (lendas).
• Instrucional.
9. Justificativa:
A palavra folclore foi criada em 22 de agosto de 1846 por Willian John Thoms, um arqueólogo inglês. Ele empregou essa palavra pela primeira vez em uma carta que enviou a revista The Atheneum sob o pseudônimo Ambrosi Merton. Folclore une dois vocábulos do inglês antigo “folk” que significa ciência, e “lore” que traduzido por estudos significa ciência ou, mais propriamente, aquilo que o povo faz.
Com o tempo os dois vocábulos se juntaram para formar uma só palavra – Folklore – adotada também no Brasil ate a reforma ortográfica, quando a letra K foi suprimida e substituída pela letra C, originando a palavra folclore, como ainda usamos. Vários pesquisadores brasileiros de folclore ajudaram a valorizar nossa cultura, que é tão rica e plural, ente eles temos Mario Andrade, Rossini Tavares de Lima, Renato de Almeida e Julieta de Andrade.
Na busca de envolver os alunos pela mesma paixão vivenciamos o folclore todos os dias, lutando para que ele continue vivo e não apenas lembrado uma vez ao ano, pois são assim, como redações “minhas férias” que esse costume ainda persiste limitando o tema a uma leitura de lendas e algumas trava-linguas. O folclore é a verdadeira manifestação da “nossa” cultura popular, sem a influencia da mídia ou das instituições de ensino. Aprendemos sobre o folclore com nossos avos, nossos pais, vivenciando-o em nosso meio sócio-cultural então porque não aprendemos sobre o “nosso” folclore? Valorizando assim o que temos de mais precioso: nossas tradições, pois o “novo”, não existe sem lembrar e valorizar o “velho”.
10. Recursos financeiros e materiais:
• Câmera digital/filmadora;
• Papel sufit, retalhos de tecido, TNT, lápis de cor, hidrocor;
• CD, DVD para gravar as filmagens;
• Materiais recicláveis e naturais como jornais, revistas, cabeça de boi, penas e etc.
11. Socialização:
• Apresentação de danças típicas e folguedos como: Pirilampos Os Papangús.
• Apresentação de um pequeno documentário para os pais e comunidade buscando servir de incentivo para o poder publico em organizar uma casa de cultura em nossa cidade.
12. Avaliação:
A avaliação será qualitativa e os instrumentos serão: a observação, analise das atividades praticas como questionamentos orais, participação, auto-avaliação e leitura interpretativa dos textos.
Secretaria Municipal de Educação
Escola Municipal Júlio Cavalcante
Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos - EJA.
Rua: João Batista Gurgel nº163, Bairro: Centro.
Projeto de Ensino
TEMATICA:
“Nossa Cultura não Pode Morrer”
Felipe Guerra 2007-08-27
1. Dados de Identificação.
Escola Municipal Julio Cavalcante.
Direção da escola: Kerley Shirley
Autora do projeto: Ivete Barra
Paginas na Web
• ivetebarra@bol.com
• http://blogedukcao.blogspot.com
Serie: 3ºAno.
Duração: 30 dias.
2. Áreas de Ensino: Historia, língua portuguesa, artes.
Temas transversais: cidadania, ética, pluralidade cultural e meio ambiente.
3. Tema: “Nossa cultura não pode morrer”.
4. Problema: porque as nossas tradições culturais estão sendo esquecidas ao longo do tempo?
5. Hipóteses:
• As nossas tradições culturais estão indo embora com os mais velhos;
• Não há registros de nossas tradições culturais;
• Não temos uma casa de cultura.
6. Objetivos:
• Valorizar e resgatar o gosto pela cultura popular da nossa região.
• Desenvolver a criatividade;
• Identificar os aspectos folclóricos;
• Estimular a linguagem oral;
• Aprofundar conhecimentos usando a pesquisa cientifica;
7. Sugestões bibliográficas.
LIMA, Rossini Tavares de. Abecê do Folclore. São Paulo: Ricordi Brasileira, 6 ed. 1085.
MELO Veríssimo de. Folclore Infantil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1085.
8. Tipos de textos:
• Literários (poesias)
• Informativos.
• Narrativos (lendas).
• Instrucional.
9. Justificativa:
A palavra folclore foi criada em 22 de agosto de 1846 por Willian John Thoms, um arqueólogo inglês. Ele empregou essa palavra pela primeira vez em uma carta que enviou a revista The Atheneum sob o pseudônimo Ambrosi Merton. Folclore une dois vocábulos do inglês antigo “folk” que significa ciência, e “lore” que traduzido por estudos significa ciência ou, mais propriamente, aquilo que o povo faz.
Com o tempo os dois vocábulos se juntaram para formar uma só palavra – Folklore – adotada também no Brasil ate a reforma ortográfica, quando a letra K foi suprimida e substituída pela letra C, originando a palavra folclore, como ainda usamos. Vários pesquisadores brasileiros de folclore ajudaram a valorizar nossa cultura, que é tão rica e plural, ente eles temos Mario Andrade, Rossini Tavares de Lima, Renato de Almeida e Julieta de Andrade.
Na busca de envolver os alunos pela mesma paixão vivenciamos o folclore todos os dias, lutando para que ele continue vivo e não apenas lembrado uma vez ao ano, pois são assim, como redações “minhas férias” que esse costume ainda persiste limitando o tema a uma leitura de lendas e algumas trava-linguas. O folclore é a verdadeira manifestação da “nossa” cultura popular, sem a influencia da mídia ou das instituições de ensino. Aprendemos sobre o folclore com nossos avos, nossos pais, vivenciando-o em nosso meio sócio-cultural então porque não aprendemos sobre o “nosso” folclore? Valorizando assim o que temos de mais precioso: nossas tradições, pois o “novo”, não existe sem lembrar e valorizar o “velho”.
10. Recursos financeiros e materiais:
• Câmera digital/filmadora;
• Papel sufit, retalhos de tecido, TNT, lápis de cor, hidrocor;
• CD, DVD para gravar as filmagens;
• Materiais recicláveis e naturais como jornais, revistas, cabeça de boi, penas e etc.
11. Socialização:
• Apresentação de danças típicas e folguedos como: Pirilampos Os Papangús.
• Apresentação de um pequeno documentário para os pais e comunidade buscando servir de incentivo para o poder publico em organizar uma casa de cultura em nossa cidade.
12. Avaliação:
A avaliação será qualitativa e os instrumentos serão: a observação, analise das atividades praticas como questionamentos orais, participação, auto-avaliação e leitura interpretativa dos textos.
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